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PEF’11 no divã

29/09/2011

O fotógrafo, professor e psicoterapeuta Claudio Feijó fala sobre sua participação no PEF’11. Como um pastor, pregou em praça pública, enterrou a fotografia, libertou a alma de jovens fotógrafos e disse mais…

audio completo AQUI   ou  TRECHO 1, TRECHO 2 e TRECHO 3

©Juliano Serra

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32 Comentários leave one →
  1. 29/09/2011 12:55

    DEMAIS !!!! 😀

  2. 29/09/2011 14:15

    Amei ouvir e sentir a Vibe dessa inesquecivel professor e amigo. Grande abraços a ambos Hans e Claúdio.

  3. 29/09/2011 14:18

    Esse é o Claudião, amigo e profeta da fotografia!

  4. Milton Majella permalink
    29/09/2011 15:50

    Haja franqueza. Verdades importantes ditas com simplicidade e sinceridade

  5. 29/09/2011 19:53

    Gostei muito das colocações super verdadeiras, próprio de quem já rompeu tantas barreiras e sobe enxergar alem dos conceitos retrógrados dos grandes nomes.
    Parabéns Claudio Feijó, verdadeiro mestre.

  6. 30/09/2011 9:55

    Quanta sinceridade. Mestre Feijó.

  7. 30/09/2011 10:06

    Fala o que todos sabem e ninguém diz. Muito bom. Não deixem de ouvir!!!

  8. 30/09/2011 11:21

    Fantásticas observações !!!!

  9. 30/09/2011 13:26

    Obrigada por tanta generosidade e por essa serenidade na voz ao falar deste mercado tão voraz! Um abraço ao Cláudio e obrigada ao foto Escambo por compartilhar!

  10. Lúcia Simon permalink
    30/09/2011 18:43

    Desejo que muitos dos leitores de portfólio, que circulam por festivais de fotografia do país, ouçam atentamente as gentis, preciosas e pertinentes palavras de Claúdio Feijó – e as tomem como diretriz.
    Luz e gentileza para todos!

  11. 30/09/2011 19:15

    auma voz crítica, verdadeira, uma fala sem bajulações…. quero saber como os citados vão reagir… quase ninguém aceita ser criticado…. esse papo é fundamental e resta, a nós, jovens ou não, trilharmos um novo caminho, mais livre de preconceitos e mais leve do peso
    que a fotografia não precisa

  12. André Santiago permalink
    01/10/2011 9:26

    Esse cara é demais … precisamos de mais Claudio Feijó !!! Quem sabe um dia chego a ser um pouquinho dessa maravilhosa alma Fotográfica.

  13. Iraildes Mascarenhas permalink
    01/10/2011 12:41

    Cláudio Feijó fiquei muito feliz em ouvir voce e todas as verdades sobre a fotografia atual e essa fissura das pessoas em adquirir novos equipamentos, sem ao menos se preocupar com essa essência, que voce colocou nesse bate papo. Gostaria muito de conhecê-lo pessoalmente, pois o admiro há muito tempo, mas não tive a felicidade na minha caminhada fotográfica de estar com vc . Adorei ouvir suas palavras e gosto muito do eu trabalho e sempre que posso estou bebendo da sua fonte. Felicidades e muita saúde pra estar sempre nos ensinando a arte da fotografia.
    Iraildes Mascarenhas

  14. Wank Carmo permalink
    01/10/2011 20:16

    Em 20010, eu já havia alertado para este crivo que a direção do PEF, criou para travar uma fotografia contestadora. Vejam bem, que o título era Inventários da Terra. Ora, seria uma grande oportunidade para que o fotojornalismo nortista, mostrasse a desgaçeira que o capital sem pudores, está fazendo com a Amazônia. Foram selecionados trabalhos horríveis, menos um, mas dentro de uma proposta pasteurizada, plastificada. Fui obrigado a pensar numa imposição de um estilo que o PEF passaria a apresentar, e, pensei que a coordenação não queria entrar em choque com Juca no Minc na época, simpático à proposta da Rede na qual não faço parte e nem tenho a vontade de entrar, devido as condições impostas pelos grupo
    coordenador, porque acredito que a Rede, primeiramente, teria que entender que ela não financia nada, não patrocina nada, e quem produz é o fotógrafo, na sua grande maioria; segundo, tem muito paulista na rede, e estou de saco cheio desta panela do eixo, e tem muito paulista e carioca que sabe disso, vê isso, não fala, mas eu vomito no pé e ponto final. Inimigo é inimigo.
    Nossa Amazônia tem fotógrafos fantásticos, nordeste também, centro-oeste, idém, mas o que vejo, é a insistência da panela em querer ungir na marra, uma fotografia contemporânea, desprovida de emoção, sem vida, fraca.
    É bom que todos saibam, que já assisti três leilôes dentro do PEF, vi excelentes fotografias sendo vendidas, mas muita abobrinha; tentei fazer contato com a coordenadora deste leilão, e percebi que a panela estava fechada. Até hoje não entendi a indiferença da senhora que me estendeu tratamento tão frio, estando eu ciente, de que no meu arquivo, guardo excelentes fotografias prontas para entrar em qualquer galeria. Não seria irresponsável de incomodar alguém para conversar fiado, abobrinha. Conheço e faço uma boa fotografia. Fim!
    Sobre a programação, ficou pasteurizada, transgênica, pobre e vou explicar porque: os curadores precisam fazer o que o INFOTO fazia na década de 80, quando abria espaço para para iniciantes; segundo, os momentos mais calientes do PEF 2008 e 2009, fui justamente pq haviam fotojornalistas na programação, expondo e sendo entrevistados. Exemplos: um carinha da Magnum e Francesco Citto. E não estou aqui querendo matar no berço a criatividade democrática. Longe disso, mas voltarei aqui para mostrar e provar com links, o que estou afirmando. “Mas eu estou cansado de ver a fotografia clássica bressoniana”, ou, “eu não quero mais ver o fotojonalismo, porque ele me deprime.” Não cercearei gostos, direitos, porque faço fotografia clássica, nú, abstrato, grafismo, etc, mas tenho o cuidado de separar o joio do trigo, e destruir o lixo sem piedade. Chega de guardar porcos registros.
    Sobre as oficinas, considero-as muito boas, apesar de que, quando o assunto é arte, o oficineiro não dá o caminho das pedras e pegar outro atalho.
    Leitura de portifolio: um sacana já me disse na cara, que meu trabalho não era bom. Tinha que evoluir. Detalhe: eu não disse para ele que o seu foco seletivo estava cansativo. Rsss
    Editores: um me enviou um email me dizendo que minha fotografia era “calminha” Hahahaha –
    isso mesmo! Um ano depois, nosso trabalho “calminho” estava publicado em duas S/N e agora na Photo Magazine, Íris Foto, INFOTO, Picturapixel, Imafotogaleria, Clicio Barroso, etc. Alguma coisa estava errada, com o tal editor…, e não com o meu trabalho.
    Falo abertamente, porque vivo com uma câmera na mão, e sou fotógrafo integral, na rua, assim como os ilustres comentaristas e o editor deste blog, Hans.
    Se o PEF irá para o divã eu não sei, eu só tenho certeza de que eu deito no divã, a partir do planejamento. E espero que a coordenação do PEF e todos os curadores, tenham a coragem, a sensibilidade de olhar para o Brasil que muitos não conhecem, e vejam com respeito, o trabalhos de jovens, velhos e barbados, para que a injustiça não continue a permear esses encontros e outros eventos.
    E vou agora voltar a questão da rede para não ficar dúvidas: por quê fotógrafos, que produzem seus trabalhos, sem um auxílio da Rede, do Minc, etc, estão fora? Não são produtores de suas obras, investindo do próprio bolso? Portanto, não posso usar a logomarca de quem
    me discrimina.
    Mais: sugiro que cobremos da Ministra Cristina de Hollanda, a recriação do INFOTO, pois tenho certeza de que a entidade daria abertura aos fotógrafos iniciantes ou não, e veríamos o resurgimento das Semanas Nacionais de Fotografia.
    E quem não gostou das minhas colocações, advirto que nossas fotografias – de todos os excluídos -, encontrarão abrigo em bons lugares, se a “panela” continuar agindo de forma egoísta e venal. Escolham! Fim!
    Em tempo: me perdoem a pressa, pois escrever de iPhone é foda, principalmente no fôlego só e sem revisão.

  15. Paulo Cesar permalink
    03/10/2011 12:23

    Muito bom, só sumiu o terceiro link….

  16. iatã cannabrava permalink
    10/10/2011 12:19

    Uma resposta ao neo-messianismo fotográfico, dirigida ao meu amigo Cláudio Feijó e alguns de seus muitos admiradores que cegamente aplaudem a crise de incontinência verbal que acometeu tão distinto personagem da fotografia!

    Do Cláudio espero apenas um pedido  de desculpas! Já dos admiradores de Cláudio, me refiro a alguns dos que comentam o post,  espero tudo, pois sei que comentaristas como nosso querido Wank Carmo que se alimenta de suas próprias palavras, que insuflam seu próprio Ego ou LEGO, pois ao ouvir-se falar ele cresce, é como se escrevesse diante de um espelho que repete enquanto ele tecla ” Tu Wank Carmo sois o bastião da resistência nortista diante da opressão do eixo Rio São Paulo, segue tua luta que serás aclamado” Gente, basta de choro, quem inventou as grandes metrópoles e a migração dos artistas e pensadores em sua direção não foi o Paraty em Foco! Vai se queixar com com o Romero Brito em Miami ou com a Dilma, não comigo que moro em São Paulo, terra que recebeu as culturas de todos os cantos do país e as abraçou como brasileiras e não com essa bobagem de direitos e deveres regionais. Aliás se alguma instituição tem se preocupado para abrir espaço aos jovens e distante criadores é o Paraty em Foco, vou pedir pra produção publicar uma lista de participantes com idade e cidade de origem. Só neste Paraty em Foco tivemos uma mesa dedicada à fotografia paraense e outra aos ventos do sul (gaúchos e curitibanos), nossas estrelas internacionais uma era da Africa outro tinha 26 anos,  nenhum Festival do Mundo coloca tanta gente nova em destaque como o Paraty: Chaskielberg (Argentina), Evan Baden (EUA), e muitos brasileiros falaram em público pela primeira vez no Paraty, das 14 exposições do Festival este ano 10 eram de menores de 30 anos. Vai ver se eles tem tanta voz em Arles ou Houston!

    Faz alguns anos, desde as Semanas Paulistas de Fotografia lá longe, Foto São Paulo tb longe, Paraty em Foco, Fórum Latino-americano e por último a criação da Rede de Produtores Culturais da Fotografia no Brasil, que decidi como estratégia  não responder publicamente nenhuma, das centenas de provocações que recebo via internet, jornal, fofoca, e outros meios,  porque entendo que as pessoas precisam colocar pra fora o que pensam, e entendo que a unanimidade não só não é possível como, dizia Nelson Rodrigues, é burra). Mas o convite / provocação do Feijó abriu a porta, então peço adiantadas desculpas por eventuais respostas que não sejam destinadas a este episódio e sejam de cunho mais genéricos, ou seja pode ter carta com endereço errado!

    Respondo agora mais ou menos na ordem do que lembro da gravação original da tua entrevista Claudio, pois a mesma já foi alterada umas duas ou três vezes. Hans, ou tira do ar ou deixa!! Mas seguidas alterações tiram a credibilidade.

    1) Sobre a nobreza ou sacanagem de colocar um workshop no Domingo: Pois é o público nos pede mais e mais workshops, alguns tem que cair no domingo,  pois o domingo é um dos dias do evento, podemos pensar em cortar o domingo enquanto não cortamos o que fazemos é rodizio, o Cláudio fez seu workshop, contra a lógica da produção,  sempre no dia que escolhia, mas este ano não teve  o privilégio de escolha, fomos mais justos e adequamos cada workshop em função da necessidades de salas, estrutura etc. Como ele mesmo diz, seu prestigio é tanto que teve um aumento de 50% em relação ao ano passado!

    2) As “Castas do Paraty” (famosos de um lado e jovens de outro): Temos aqui uma foto dos convidados holandeses junto ao Pieter Hugo e a Olivia Arthur (um timão de grandes da fotografia)  sentados no café da praça sozinhos. Pois bem esse dia eles depois de quase três horas sentados lá vieram me falar que tinham achado o público do Festival ótimo, inteligente e preparado mas, ao mesmo tempo, um pouco tímidos demais. Eles haviam ficado lá um tempão sem ninguém interagir! Esperando fazer contato!

    Importante ressaltar que fora uma recepção oficial, todos os eventos do Festival eram os mesmos para todos, tudo aberto. Alias o Pieter Hugo da Africa do Sul, nossa grande estrela perambulou noite e dia pelo Festival sem negar conversa a ninguém!

    Não estarão estes seguidores do nosso António Conselheiro digitallis  incorporando um papel de vitima desnecessário?

    3) Sobre a leitura de Portfólio: Obrigado Cláudio por substituir o leitor que não pode comparecer, vc foi ótimo. Mas acho que até por desatualização, você tem atuado mais como psicólogo de que como homem do meio fotográfico, você não entendeu nada do sentido da Leitura de Portfólio. Em tese nossa proposta, escrita no catálogo do evento, é que a leitura de portfólio funcione como um mercado de peixe, quem tem o peixe mostra pra quem quer comprar. Fotógrafos mostram para possíveis compradores (galeristas, editores, críticos, organizadores de Festival) mais do que aconselhar se é bom ou ruim o leitor diz se lhe interessa ou não. Como vc estava substituindo um furo, assumo a responsabilidade pela sua descontextualização. Mas daí achar que o copo de água maior e o copo menor simbolizam as castas (mais uma vez as castas) é paranóia pura… a nossa produtora executiva chegou cedo pela manha arrumou as mesas e utilizou o material disponível e decidiu natural e ingenuamente como praticamente todos fariam (eu sou paranóico suficiente e teria mandado comprar copos iguais) diferenciou os copos para que um não tomasse dessavisadamente á água do outro e ao mesmo tempo resolveu o problema da falta de copos. Mas daí a construir uma lógica de segregação, PQP!

    Sobre o epsisódio de ouvir as conversas das mesas ao lado e achar que todos os leitores estavam despreparados e errados, faça-me o favor, tinha leitor em outras salas que vc nem teve acesso, tinha leitor a mais de 100 metros de vc! se seu super ouvido de grande paizão estivesse ocupado com o seu fotógrafo e não com o trabalho do vizinho teria notado isso!

    3) Sobre o leilão e seus comentaristas: Porra de novo! dá um trabalho da porra fazer o Festival, são meses de trabalho, o leilão nem se diga, meio ano de função pra 2 horas de atuação visando abertamente estimular o mercado de venda e compra de fotos (que é super importante para quem vive de trabalhos autorais). O Leilão é divertido, solto, rende dinheiro pros fotógrafos, pra uma entidade de assistência social de Paraty e ainda ajuda a financiar o Festival. Um sucesso completo. O que será que vc queria Feijó? Que meus comentários fossem profundos, meia hora em cada foto, dois dias de leilão? Por que incomodou tanto ver pessoas comprando fotos? Qual é o problema de termos mais uma maneira de expandir o mercado, de uma forma que existe no mundo das artes há séculos e que possibilita aos artistas pagarem suas contas?

    Quero deixar claro que críticas são sempre bem vindas, mas devem ser responsáveis, tem que pensar antes de escrever e de falar pois o dano pode ser irreparável, é muito fácil utilizar o manto da internet para jogar merda no ventilador. (Estamos num momento crítico de formação, onde o público começa a perceber a importância de nossa arte. Porque sair com uma bobagem monumental como vc saiu, parecendo até que está querendo cortar a cabeça dos outros para parecer mais alto?) Lá na hora não vi ninguem pedindo a palavra para manifestar suas críticas, alias apenas o Miguel Rio Branco utilizou o microfone para criticar o Festival, ele se referia ao excesso de atividades. Pois é temos excesso de atividades porque além de trazer os famosos e experientes trazemos gente jovem de montão.  

    Aqui cabe uma pergunta: alguém, Cláudio ou Wank ou demais comentaristas que aplaudiram a entrevista, alguém fez alguma sugestão? Será que eu não vi?

    • 10/10/2011 13:15

      Iatã, o audio sofreu uma edição no terceiro trecho a pedido do Claudio. Este trecho saiu do ar uma só vez por que o Soundcloud gratuito não aceita edição em trecho publicado.

    • 03/11/2011 15:41

      Arrogância pouca é bobagem…

  17. Wank Carmo permalink
    11/10/2011 1:50

    Não, você não viu Iatã. Sabes bem o quanto está exposto o teu tendão de Aquiles. Não dar-me-ei ao trabalho de reesmiuçar argumentos justos. Deixo porém, algumas observações urgentíssimas: não é somente o Pará que produz boa fotografia; segundo, sei bem o quanto há de protecionismo aos fotógrafos do eixo; e também sei bem o quanto estas com seus pares, impondo uma linha stalinista quando ungem esta fotografia contemporânea, fraca e pobre, em detrimento de uma fotografia documental salutar que tantos fotógrafos nortistas produzem com propriedade. E você sabe bem disso, e do que estou falando.
    E sobre a rede, basta ver quantos fotógrafos da região norte particpam dela, e comparar com o eixo. Alias, esse eixo acaba de ser desmascarado, pois aqui ninguém é bobo.
    E se iras divulgar participações, quero deixar claro que, minha única participação no PEF, foi através de Clicio Barroso/Fototech, e não foi a comissão do PEF quem me convidou.
    Há um crivo ideológico sim, cultuando o efêmero e travando a fotografia clássica documental, dencunciativa, porque o PEF não pode ferir os interesses ideológicos de seus patrocinadores.
    Sobre o leilão, tenho em minha conta telefônica antiga, as afirmações que elenco, provando meu esforço na busca de espaço, e acabo vendo os “amiguinhos” sob as asas do protecionismo paulistano, principalmente, participando com suas “abobrinhas contemporâneas”.
    E espero que o dono da patente chamada PEF, tire-o de circulação e abra espaço para todo o Brasil. Portanto, é um equívoco afirmar aqui, que o Pará é o único norte fotográfico da região, porque não é!!!! É adorado por mim e muitos, mas não é!!!
    Aqui ninguém lhe deve desculpas alguma. Pelo contrário, você deve desculpas pela sua
    obtusidade e economia nos seus esclarecimentos – “fotografia construída” lhe diz alguma coisa? -, quando fostes indagado. Na verdade você faz parte de um grupo que fotografa mais ou menos e resolveu pegar um outro atalho para não sair de cena. Aliás, Luciano Trigo explica direitinho o que está acontecendo com a arte e não deixa dúvidas sobre a forja desta “panela” de pouca durabilidade.
    Paraty, para mim, só depois que ocorrer uma remodelação. Fora isso, não passa de um belo balneário, que abriga um PEF cada vez mais pasteurizado, pobre. Lastimável!
    Tenho certeza de que a programação estivesse repleta de exposições coletivas e convidados
    ligados ao fotojornalismo, com certeza teríamos um PEF fantástico. Aliás, como mais uma
    sugestão, lembro-lhe que, Steve McCurry, da Magnumphotos, fez, com suas obras de arte fotojornalisticas, formar filas de dobrar quarteirão
    quando aqui esteve expondo e palestrando. Não me lembro de ter visto tal frenesi, quando o assunto é fotografia transgênica. Me perdoem a pressa…

  18. Wank Carmo permalink
    11/10/2011 2:02

    Em tempo: Iatã, você quando é desmascarado, embarca no desrespeito e ousa tentar desconstruir a pessoa, achincalhado-a. Só que, chamar Feijó de Antonio Conselheiro, foi um fantastico elogio. Essa eu adorei! Mil!
    Mire-se no espelho e rebusque as inúmeras sugestões que seu carater stalinista repudia de forma desrespeitosa. Hasta lá vista!

    • isabel amdao permalink
      12/10/2011 18:22

      Wank Carmo, dá um tempo rapaz…..Seu discurso cansa.
      Como você mesmo mencionou, mas esqueceu de um detalhe, era pra mim que você ligava, mais ou menos três vezes por dia, durante um período de um mês, para querer me convencer a colocar uma fotografia sua no leilão de Paraty. Eu considero seu trabalho ruim, não me interessa. Sinto muito. Eu sou a responsável pelo leilão de Paraty e me dou todo o direito de escolher, segundo critérios pessoais, as fotografias que deverão ser leiloadas. Até agora, me valer da minha experiência e do meu conhecimento em fotografia (veja no Blog do Belém, http://www.olhave.com.br/blog/?s=isabel+amado), em mercado de arte, tem dado certo. Os leilões de Paraty tem sido um sucesso absoluto e sem o Iatã Cannabrava, meu grande amigo, me dando apoio e estrutura eu não conseguiria. Aí você vai dizer, “tá vendo, olha a panelinha do sudeste atacando novamente”. Mas é isso mesmo Wank a gente trabalha em conjunto, em rede, e te digo mais o Feijó é o pai de todos nós. Dos 50 lotes do leilão esse ano 35 eram de fotógrafos de outros estados, que eu selecionei apartir dos festivais de fotografia que eu fui, por minha conta, ou portfólios que me foram enviados.
      Muda disco, cria uma panela, uma rede, um festival, um leilão e um ensaio, depois a gente conversa e não adianta responder com as suas cartas intermináveis que eu não vou responder, nem atender o telefone.
      Feijó querido, estou esperando você voltar da sua turnée européia pra gente tomar aquele café que combinamos, quero te ouvir ao vivo, é muito mais vibrante.

      • 21/10/2011 18:03

        até agora a pessoa mais sensata aqui. obrigada isabel.

      • 03/11/2011 15:57

        que declaração infeliz para uma responsável pela leitura de portfolio do festival… é bom mesmo conversar ao vivo com o feijó

  19. Wank Carmo permalink
    14/10/2011 3:04

    Isabel, virou censora? Dá um tempo você. Eu conheço sua linha e não concordo. E isso de você dizer que meu trabalho é ruim, não me levará ao divã.
    Trabalho só, produzo meus trabalhos, não preciso de “rede”. E por falar em rede, esta rede criada, já conseguiu algum espaço para algum fotógrafo? Auxilia em algo? Quem já foi beneficiado? Esta rede deveria ter publicado um catalogo com todos os bons fotógrafos brasileiros e o INFOTO fez isso nos anos 90! Siga o exemplo!
    Sim, irei sim produzir um evento e com certeza a “panela do eixo” não estará aqui! Isto já está em andamento. São duas e quarenta e sete da manhã e vivo fotografia integralmente e isto inclui minha resposta a sua pessoal.
    Quem é você ou Iatã, para pagar sapo para A ou B? Mire-se no espelho moça. E seja elegante, humilde, educada, quando tratar com um bom desconhecido. E isso você não foi, quando lhe enviei um execelente trabalho para sua apreciação. Sacou? Mais: se você acha meu trabalho ruim, mas, ao mesmo tempo, está publicado em mídia de renome, você é uma péssima comerciante, e está colocando em risco os seus negócios. Rá!
    E quem lhe falou que eu irei ligar para você? Pirou? Eu estou virando a mesa! Sacou? Eu estou rompendo, já rompi com vocês! Estou tratando-os como inimigos e fim!
    Se meu “disco” não a estivesse incomodando, vosmeçe não teria passado por aqui para falar abobrinhas.
    E também não adianta bajular Feijó porque ele já arragaçou vocês em alto e bom som. E me da licença que eu tenho uma tareia que só eu posso executar… Tse…

  20. flávia hasselman permalink
    13/11/2011 18:44

    Feijó tem lucidez.
    Deselegante e fraco é trazer conceitos ironizados para definir a atuação do cabeludo barbado (neo-messianico).
    A verdade não salva, é verdade…e nós que concordamos com feijó não seremos salvos obviamente, mas essas cócegas de lucidez nos faz bem.

    Voces se colocam como reizinhos de um mundo desmoronado. Me poupem com esse papo de discípulos…me poupem com a prepotência de vocês

    Estamos cansados sim desse olhar sulista. Ou melhor, dessa verdade sulista. porque não permitir muitos todos os centros possíveis??

    São Paulo não recebeu nós os baianos, paraibanos, pernambucanos, paraenses….de braços abertos…você, Iatã, bem sabe disso. Fomos para construir uma cidade que pouco nos dá em troca, porque? Porque somos sararás, negros, cabeça chata e outros. Então não venha com essa de que os nortistas são sectários, até porque foi comprovado que a galinha nasceu antes do ovo…então cada um que assuma o seu.

    Sobre o festival , ou os festivais….quem aqui vai negar que é uma passarela de egos? Nesse caso só mesmo um bom psicanalista disparar alfinetadas…

    salve Feijó

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